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sábado, 13 de março de 2010

Apresentando: Ana Muniz

Graduada no curso de Pintura da Escola de Belas Artes da UFRJ, Ana Muniz, natural do Rio de Janeiro, sempre traduziu a arte e a pintura como parte de si e do seu mundo, o que a faz permear nos diversos nichos existentes. Tende ao lirismo poético-onírico e abstração de seus sonhos traduzidos em linhas e cores, muitas vezes optando também pela neutralidade do preto e branco. Antes, durante e após a trajetória do curso, sua preferência sempre foi por paletas reduzidas, de fortes cores e tons que traduzissem a intensidade de sua alma.
A temática do universo, de um macrocosmo inserido em um microcosmo que somos nós, sempre a impressionou e intrigou a ponto de também explorá-la em seus trabalhos.

O gosto por aquarelas e aguadas surgiu também durante o curso de pintura, onde participou de uma exposição em 2008, na própria universidade, organizada pela artista e professora Lourdes Barreto. Participou em 2008, do MOLA (Mostra Livra de Artes), realizado no Circo Voador, na Lapa. Dentre outras exposições realizadas no decorrer do curso.

Alguns trabalhos:








Outros trabalhos podem ser vistos em:
http://anamuniz.carbonmade.com/


quinta-feira, 11 de março de 2010

Apresentando: Renata Botelho

A artista plástica Renata Botelho, natural do Rio de Janeiro, formada pela escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduada em Pintura.

A série "Criança como tema" surgiu primeiramente na gravura, onde desenvolvi trabalhos servindo-me de estudos para as futuras pinturas. No início da minha série e investigando o mundo infantil, meus trabalhos estavam com um caráter social e de denúncia, o que não era o meu objetivo, e sim retratar a criança com suas brincadeiras, no seu cotidiano, nas ruas e na escola. Foi a partir daí que decidi unir o tema, com a questão plástica e a poética de uma forma mais ampla, suprimindo a denúncia ou a ênfase social. A partir dessas observações, me motivei a produzir pintura, gravura e desenhos com este tema. Percebi que mesmo diante da realidade que envolve a criança, é possível retratá-la de uma forma mais poética, seja nas brincadeiras ou nos desafios travados no dia-a-dia.

Em cada trabalho trago uma cor primária, a sua complementar, as linhas e o suporte. A cor como elemento autônomo e expressivo. O suporte madeira e seu fundo natural funcionam como cor nas minhas composições e sua rigidez e as marcas do tempo remetem à memória da infância fantástica, misteriosa, ingênua, conturbada, aprisionada e liberta. A linha não se resume em contornos, mas também como preenchimento e retorno das formas.